era ela

Era um amor estranho, desses que a gente não consegue explicar. Paradoxal, diferente, complicado. Impossível, talvez. Era um dia frio e alguns filmes, era música, poesia, era vida. Era uma distância dolorosa e, ao mesmo tempo, uma proximidade intensa e irredutível. Era verdade quase mentira, sonho-realidade que brotava dentro da gente dia após dia. Era amor, confiança, saudade. Era crença naquilo que não existe mais (pelo menos, não dentro daqueles que não acreditam). Era ela, e só.

(23.05.2010)

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