o amor

É assim, quando tudo tem gosto de morango. Quando um abraço imaginado te aquece a alma como uma caneca de chocolate quente. É quando a gente ri sem motivo (e, muitas vezes, chora sem motivo). Quando tudo ao nosso redor nos lembra alguém: uma música, um filme, um trecho de algum livro esquecido na estante; e quando a saudade dói no peito. É quando o tempo brinca com a gente e passa devagar e rápido demais no mesmo instante. É ansiar por um telefonema e se deliciar com uma conversa boba sobre o final de semana; amar um pouco mais amanhã do que se ama hoje, mesmo achando que isso seria impossível. É acreditar que tudo vai dar certo, quando o mundo te diz o contrário. E continuar; sempre continuar.

(18.12.2010)

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