Você segura na minha mão e eu já vou me aconchegando pra junto do teu braço (do teu abraço)... A gente sai pra um café e conversa sobre tudo, sobre nada, e de repente me pego pensando que pode ser você - aquele sobre quem venho escrevendo nas entrelinhas das histórias dos outros, das coisas que observo nos meus dias. E vem uma calma gostosa, uma serenidade dengosa, aquela vontade de me encostar no teu colo e ficar ali pra sempre, e você puxar o cobertor sobre nós dois e encostar o queixo no meu cabelo. É tão pouquinho e já é tanto. (E vamos dando nossos passinhos desengonçados rumo ao nosso pra sempre, será?)
(18.06.2012)
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