velha bossa nova
Esses dias eu me peguei com saudade de umas coisas bestas, sabe? De quando a gente podia empurrar um amigo pra piscina sem medo de estragar o celular de última geração no bolso; de quando os aniversários tinham só bolo, brigadeiro, e os amigos de verdade; de quando a maior dor que a gente sentia vinha depois de pisar numa peça de lego esquecida no chão do quarto. É meio estranho, mas sinto pena de pessoas que não viveram isso. Que nunca assopraram uma fita de nintendo, nunca ficaram irritados por ser sempre café-com-leite no gato-mia e pique-esconde com os primos, ou nunca perderam todos os tazos de uma vez para aquele amigo mala. Podem dizer o que for, mas não trocaria minha infância nostálgica por um punhado de tecnologia inútil.
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