Queria ter-te salvo em mim enquanto ainda era tempo. Poder lembrar-me de ti a todo momento embora, eu sei, não se pode lembrar do que não se esquece. Quis gritar ao meu príncipe que, não, o essencial não é invisível aos olhos (como pode sê-lo se a vejo bem diante de mim?!), apenas o enxergamos de maneiras diferentes, com outros olhos. Aconteceu como teve de acontecer, que seja. Só sei bem que a minha rosa me era única. Não deixo de fazer sentido porque quero, é porque acontece assim, só entendo direito o que acontece, agora, dentro de mim.
(15.07.2010)
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